Eu Amo Livro: Roube Como Um Artista

Tô amaaaaaando essa nova seção do blog, gente! Tá me fazendo ler mais (e mais rápido, hahaha) e isso é sempre muito legal. O livro de hoje é um já bem famoso e conhecido, mas eu só li semana passada depois que fiz o curso de Branding Pessoal da Ale Garattoni. Ela cita ele na bibliografia, fiquei curiosa e comprei.

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Achei muito legal! “Roube como um artista” é facílimo de ler, ótimo pra dar de presente pra pessoas que não conseguem, de fato, ler um livro hahahaha. A idéia é que o livro te ‘ensine’ a ser criativo, não sei se criatividade é uma coisa assim tão ‘ensinável’, mas as dicas são ótimas, simples e realmente possíveis de serem colocadas em prática. É uma mudança de pensamento, mesmo. E, mais do que ser criativo, acho o livro excelente pra quem quer fazer o próprio negócio acontecer.

Bom, dito isso, separei algumas partes que eu acho bem legal pra escrever aqui e fazer vocês terem vontade de ler também!

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• Fingir até Conseguir – em português fica troncho, mas em inglês ‘fake ‘till you make it’ faz todo o sentido. Ele diz “Você precisa se vestir de acordo com o trabalho que quer, não de acordo com o trabalho que tem, e precisa começar a fazer o trabalho que quer agora.“. E aqui ele fala de se vestir, obviamente, como uma metáfora e não (só) sobre a roupa, literalmente.

• Escreva sobre o que você gosta e não sobre o que você sabe: Concordo demaaaais! Quando comeci o blog sobre o que eu sabia e sobre o que eu deveria escrever? Cinema e direção de arte. Mas eu não queria, eu queria falar de moda e beleza, que eram meu hobbies, eram assuntos que eu sabia meio mais ou menos… Pois bem, se eu não tivesse feito um blog sobre o que eu queria, sobre o que eu tinha vontade e sobre o que eu mais amava eu teria abandonado. Ter que gerar conteúdo legal pra cá me fez ler muito, estudar, fazer cursos (muitos!!!!) e observar mais.

• “Desenhe a arte que você quer ver (…) toque a música que quer ouvir, escreva os livros que quer ler (…). Faça o trabalho que você quer ver pronto.“. De novo, foi assim que surgiu o blog: eu tava cansada de todos os outros blogs, nada mais me representava e aí eu resolvi criar o meu!

“Se não há dinheiro envolvido, ele não podem te dizer o que fazer.” E é exatamente por isso que o MTDF não tem publipost, não tem conteúdo pago. Posso mudar de idéia um dia? Posso, mas hoje é isso que me interessa. E não pensem que porque o blog não dá dinheiro diretamente ele não é um negócio. Foi através dele que eu fui trabalhar no Proença (porque a Alline Valverde viu o que eu escrevia e achou que ia ser legal se eu trabalhasse com ela – e o site do Proença me rendeu salário fixo, muito conhecimento e sobretudo: conheci muita gente e fiz muitas outras coisas porque conheci muita gente. Porque eu estava aqui, escrevendo todo dia, lendo, estudando, pesquisando que eu escrevi pra Harper’s Bazaar e foi por causa do blog que eu acabei virando personal stylist. Hoje em dia, 90% das minhas clientes vem daqui. Ou seja: é negócio, sim e, mesmo assim, eu faço o que eu quero, não preciso falar bem de uma coisa, não preciso mostrar produto que eu acho uma merda (nada contra, mas não é o que eu quero fazer hoje!). Sou 100% livre aqui dentro.

Esse último parágrafo foi pra falar, sobretudo, pra quem tem blog e fica angustiada querendo ter midia kit, fazer publipost e se achando loser porque não tem anúncio. Não é assim, use o seu blog a seu favor, faça ele trabalhar pra você também. Escreve, se dedica, mantenha a frequência e as coisas rolam de um jeito ou de outro. 🙂

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